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Kiss: para Billy Johnson eles não são grande coisa

Uma banda que já vendeu mais de 100 milhões de álbuns, tem uma aparência muito consolidada e conta com uma variedade de clássicos do rock em seu setlist, pode ser contestada?

Para o repórter do Yahoo!, Billy Johnson, sim! Ele considera que as performances do Kiss, com sangue no palco, labaredas de fogo e rostos pintados, não são grande coisa. Para ele, o Kiss musicalmente não é tão bom comparado a outras bandas de rock.

Paul Stanley (guitarrista e vocalista do Kiss), descontente com a opinião de Billy, rebateu as críticas e disse que não se importa com o que os críticos dizem. “Eu não ligo que me chamem de performista. Eu sou um astro do rock e um bom músico e todo o resto é resultado disso”

Músicos como Nikki Sixx, Mike Portnoy e Alice Cooper, também ficaram a favor da banda e discordaram da opinião do critico. O baixista do Motley Crue, Nikki, considera o Kiss uma grande influência. Já Portnoy chegou a comparar a banda ao quarteto de Liverpool. ¨Eles foram os Beatles da nossa geração¨ revelou. Outro roqueiro que levanta a bola do grupo, Alice Cooper, disse que mesmo após quatro décadas o Kiss ainda consegue se superar.

Fonte : hardnrocker
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Astros elegem o Kiss como “Beatles da nova geração”

O site Fox411, do canal norte-americanos Fox, publicou um artigo em que reuniu diferentes opiniões sobre a banda Kiss. Enquanto astros do metal fizeram compações entre a influência do grupo com a dos Beatles, os críticos de música depreciaram as performances dos roqueiro.

“As músicas do Kiss são realmente uma grande influência”, disse o baixista e compositor do Mötley Crüe, Nikki Sixx ao site. Mike Portnoy, ex-baterista do Dream Theater, completou e disse que o Kiss “foi o Beatles da nossa geração”.
O roqueiro Alice Cooper também elogiou o Kiss e disse que o grupo ainda é relevante nos dias de hoje, mesmo tendo se passado quatro décadas desde a primeira vez que Gene Simmons “mostrou sua língua” no palco. “Isso acontece porque o Kiss é uma banda que se supera a cada vez”, elogiou Cooper.

Apesar dos elogios dos astros do rock, o repórter Billy Johnson questionou a autenticidade das perfomances da banda no palco.

“As performances do Kiss, com sangue espirrando no palco, labaredas de fogo e até mesmo os rostos pintados, não são grande coisa. Várias pessoas acham que tudo isso são apenas truques amadores”, disse Johnson Jr.
“Acredito que muitos críticos do hard core concordam que eles (o Kiss) não são tão bons comparados aos outros grupos”, completou o repórter.

Mas o guitarrista do Kiss, Paul Stanley, rebateu as críticas e mostrou que não se importa com o que os críticos dizem. “Eu não me importo de ser chamado de performista. Eu sou um bom astro do rock e um bom músico e todo resto é consequência disso”, disse Stanley ao site.

Confira uma performance do Kiss com “Love It Loud“:


Fonte : Cifra club news
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Kiss: revista oficial sobre a nova turnê


O Kiss acaba oficializar uma revista sobre a tour e o novo álbum "Monster". Feita de fans para fans.
Comemorando o lançamento do "Monster" que é o vigésimo álbum da banda e também sua turnê no próximo verão com o Motley Crue, a revista está brilhante, a página 72 apresenta dezenas de raras, novas e nunca antes fotografias publicadas, assim como novas entrevistas com os membros do Kiss  Gene Simmons, Paul Stanley, Tommy Thayer e Eric Singer, onde eles refletiram sobre o passado e o presente.

O Kiss também aproveitou para divulgar algumas datas de sua tour ao lado do Motley Crue:

Julho
20 - Jiffy Lube Live - Bristow, VA
21 - Farm Bureau Live - Virginia Beach, VA
22 - Time Warner Cable Music Pavilion - Raleigh, NC
24 - Aaron's Amphitheater at Lakewood - Atlanta, GA
25 - Verizon Wireless Amphitheatre - Charlotte, NC
27 - Cruzan Amphitheatre - West Palm Beach, FL
28 - 1-800-ASK-GARY Amphitheater - Tampa, FL
31 - Oak Mountain Amphitheatre - Pelham, AL

Agosto
3 - Cynthia Woods Mitchell Pavilion - Woodlands, TX
4 - Gexa Energy Paviliion - Dallas, TX
5 - AT&T Center - San Antonio, TX
7 - Hard Rock Casino Presents: The Pavilion - Albuquerque, NM
8 - Comfort Dental Amphitheater - Englewood, CO
10 - Ashley Furniture Home Store Pavilion - Phoenix, AZ
11 - Mandalay Bay Arena - Las Vegas, NV
12 - Cricket Wireless Amphitheatre - Chula Vista, CA
14 - Verizon Wireless Amphitheater - Irvine, CA
16 - Sleep Train Pavilion - Concord, MA
18 - White River Amphitheatre - Auburn, WA
19 - Sleep Country Amphitheater - Ridgefield, CT
24 - Rock Jam Grand - Junction, CO
26 - BOK Center - Tulsa, OK
27 - Verizon Wireless Amphitheatre - Maryland Heights, MO
29 - Minnesota State Fair - Minneapolis, MN
31 - Riverbend Music Center - Cincinnati, OH

Setembro
1 - Klipsch Music Center - Noblesville, IN
2 - First Niagara Pavilion - Burgettstown, PA
4 - Bridgestone Arena - Nashville, TN
5 - DTE Energy Music Theatre - Clarkston, MI
7 - First Midwest Bank Amphitheatre - Tinley Park, IL
8 - Alpine Valley Music Theater - East Troy, MI
11 - Allegan County Fair - Allegan, MI
12 - Blossom Music Center - Cuyahoga Falls, OH
13 - Molson Amphitheatre - Toronto, ON
15 - Darien Lake PAC - Darien Lake, NY
16 - Comcast Center - Mansfield, MA
18 - Toyota Pavilion - Scranton, PA
19 - Susquehanna Bank Center - Camden, NJ
21 - PNC Bank Arts Center - Holmdel, NJ
22 - Nikon at Jones Beach - Wantagh, NY
23 - Comcast Theater - Hartford, CT

Fonte : brave words
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Tyler: campanha Adopt the Arts com Kiss e Matt Sorum



Steven Tyler, Kiss, Matt Sorum, entre outros, estrelaram esse video, em prol da campanha "Adopt the Arts", com o objetivo de manter as aulas de música e desenho nas escolas da Califórnia.

O video ainda conta com Mary Doodles (atriz que interpreta a psicóloga de "Two and a Half Men").

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Kiss: Por dentro da mente de Paul Stanley

O KISS já há muito tempo tem dependido de turnês e licenciamento de mídias [incluindo venda de discos e inclusão em coletâneas] para manter sua marca aos olhos do público.
Na semana passada, o co-fundador do Kiss, PAUL STANLEY, estava ocupado se preparando para uma turnê conjunta com o Mötley Crüe, logo após ter dados os toques finais no disco de estúdio da banda, ‘Monster’, que deve sair entre setembro e dezembro, e será inevitavelmente seguido por outra turnê.
Agora, isso é tudo costumeiro para o veterano de 60 anos. Por mais pasteurizado que o grupo tenha ficado, tornando-se uma pálida versão pastiche de seu espírito e formas originais, a banda parece entrar em seu quadragésimo ano em 2013 em meio a uma indústria musical que em muitos modos remodelou-se na imagem da agremiação.

Apesar de não tentar mais ficar na crista da onda do que está acontecendo nos modismos musicais – como o Kiss fez com a discoteca, depois com o glam metal e até com o grunge – o grupo conseguiu manter seu nome na música popular admiravelmente bem, aparecendo em ‘American idol’ e lançando uma turnê conjunta com o Aerosmith. Ainda assim, o mais notável é o grau que os procedimentos operacionais atemporais do Kiss – marketing agressivo e turnês infindáveis [e enganando os fãs que compraram ingressos para a turnê de 2000, que eles alardeavam como a de ‘despedida’] – posicionaram a corporação para resistir a todos os revéis da indústria na última década.

A banda tem um catálogo de 3000 produtos oficiais, e recentemente assinou um contrato com a detentora da marca Hello Kitty, a Sanrio. Cerveja, caixões e preservativos também já fazem parte da inesgotável lista de itens comercializados. Claro, a postura uber-capitalista do Kiss fora considerada outrora como um anátema do espírito da contracultura do rock n’ roll, o que não é atenuado pelo tamanho que a massa de licenciamentos pela banda tomou, e agora parece destinada a rivalizar com as vendas de merchandise da marca ‘Star Wars’ de George Lucas.

“Nossa credibilidade é definida por nossos critérios, e somos tão críveis como lucrativos”, disse Stanley. “É inegável que as fontes não-tradicionais de renda podem ser gigantes, e não maximizar seu potencial fora da música seria absurdo. É o ramo da música, e o elemento de negócio não nega ou mancha a outra porção de tudo. Somos uma banda, e somos uma marca. E sem uma, a outra sofre.”

“Só pra dar um exemplo, quando começamos nosso primeiro fã-clube, as pessoas chiaram, os críticos chiaram, outras bandas chiaram. E a questão é o que há de errado em organizar e se conectar com seus fãs? Parecia-me muito pouco altruísta fazer o contrário, e não reconhecer nem alimentar isso. No começo, ficamos surpresos com a hostilidade que a coisa recebeu. Mas, sempre confiamos no nosso taco. Há muitas bandas que não podem fazer o mesmo, porque, bem francamente, elas são chatas.”
Apesar de tanta autoconfiança, que sempre acompanhou a música e as empreitadas comerciais do Kiss, Stanley estabelece uma perspective mais cândida das bandas que seguem os passos da sua, especialmente quando se fala dos novos modelos digitais que, Segundo ele, “forçam o artista a cederem a um modelo de royalties com o qual eles podem nunca ter concordado caso tivesse tido escolha”.

“Eu odiaria estar em uma banda iniciante agora, porque não há pote de ouro pra se correr atrás”, ele disse. “Nós viemos numa trilha que, essencialmente, não era muito remota de vaudeville. Você começava como quarto no elenco e gradualmente ia subindo. Você se formava nos bares até os teatros e depois arenas. Quando estávamos no papel principal, nós sabíamos muito bem como sermos o principal. Essa é uma oportunidade que a maioria das bandas de hoje jamais terá, e isso é evidente nos shows delas.”

Enquanto o catálogo musical do Kiss já é considerado como suplementar a seu maximalista show de palco – um modelo para o qual, recentemente, o resto da indústria musical tem sido forçada a se conformar – Stanley tomou as rédeas das gravações nos últimos anos, produzindo ‘Monster’ assim como ele já tinha feito em ‘Sonic Boom’ de 2009, que levou a banda a sua mais alta colocação nas paradas da Billboard, chegando a #2.
“Começou comigo dizendo, ‘ou eu produzo ou não fazemos discos’”, ele disse, pungentemente. “Eu acho que chegamos a um ponto aonde a democracia se provou superestimada demais.”

Ao mesmo tempo, Stanley é notavelmente franco sobre seu estilo de composição [“Eu não sou um artista sofredor, miserável. Eu venci na vida. Isso é exatamente o que eu queria”], os erros da banda [“nada teria sido pior para nosso último disco gravado do que ter sido ‘Psycho Circus’. Aquele era um epitáfio que eu não queria”] e suas próprias expectativas para com o novo material da banda [“não importa o quão boas sejam as músicas, nada nesse disco vai chegar perto de ter um impacto como o que ‘Love Gun’ teve nas pessoas”]. Ele é igualmente direto sobre sua relação única com o baixista-vocalista Gene Simmons – seu parceiro constante de banda desde antes da fundação do Kiss – e que por muitas vezes toma o papel de porta-voz do grupo: “Ao longo dos anos, você aprende a aceitar a dinâmica, e a melhor maneira de criar uma grande parceria é aceitar sua limitações. Meus ombros doem de vez em quando de ter alguém em cima deles o tempo todo? Claro. Mas isso faz parte da dinâmica… e pra acabar, eu ainda coloco 50% do que ele ganha na minha conta de banco.”

Mas quando perguntado sobre o futuro da banda quando ela começa sua quinta década, Stanley ficou contemplativo.

“O Kiss vai durar muito mais do que eu,” ele disse. “Eu não posso desligá-lo, nem iria querer isso. Em algum ponto eu vou morrer – dizer que outras pessoas foram descartáveis [na banda] e não me incluir seria narcisista e ridículo. Há alguém por aí que pode fazer o que faço no mínimo tão bem quanto, acrescentar algo à banda, e levá-la além. Mesmo como marca, o Kiss ainda está em sua infância. O Kiss é eterno do mesmo modo que Batman e Superman são eternos. O Kiss não envelhece”.

Fonte : Playa del nacho
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"Gene Simmons é um ótimo dançarino", diz McKagan


Bem, pelo menos algumas boas risadas puderam ser ouvidas mesmo com o cancelamento do Rock and Roll Allstars em algumas cidades da América do Sul. Descobrimos que Gene Simmons, o monstro demoníaco do KISS, é um dançarino nato.

Esta notícia de última hora é uma cortesia do ex-baixista do GUNS N' ROSES, Duff McKagan, que junto com Simmons, o vocalista do DEF LEPPARD, Joe Elliot e vários outros astros do rock, embarcaram em uma turnê em nove cidades da América Latina. A maioria dessas datas acabaram sendo canceladas por motivos de segurança e logística, mas a julgar pelas informações de McKagan sobre a viagem, passar um tempo nos bastidores serviu como uma espécia de exame de reabilitação.

Aparentemente, uma vez que o ex-vocalista do SKID ROW Sebastian Bach, ligou o rádio e começou a cantarolar ao som de Sly & the Family Stone, Simmons apareceu de repente, e começou a dançar...pois é. Ele fez uma dança de discoteca, agitando, girando parecendo um velho em uma boate de stripper. (Nota do tradutor: essa imagem deveria ser registrada...)

McKagan continua seu conto e tudo mais que ele aprendeu com Simmons durante a tour - incluindo o seu conhecimento enciclopédico de músicas de sucesso, e como ele chegou aos Estados Unidos aos oito anos de idade sem falar uma palavra em inglês.

Fonte : Ultimate classic rock
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Peter Criss: baterista comenta sobre sua biografia

Esta é a capa da nova biografia oficial de Peter Criss, "Minha vida dentro e fora do Kiss". Peter comentou sobre ela. "É sobre minha vida. Claro, é sobre drogas, sexo e rock and roll, mas é também sobre meus pais, minha vida ao longo do tempo, começando com Brooklyn, passando por gangues, viciando nas drogas, saindo delas, começando tratamento com o câncer. Estou a quatro anos livre disto. Eu estou indo muito bem."

Fonte : Dy rock news
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Sebastian Bach: falando sobre a nova música do Kiss

 

Sebastian Bach twitou: "Uau! Acabei de ouvir a nova música do KISS 'The Devil Is Me' no iPod do Gene, CHUTOU MINHA BUNDA TOTALMENTE!! Obrigado @genesimmons para o 'sneekpeek'!"    



Fonte :Dy rock news
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Por que Eddie Van Halen não entrou no KISS ?


Em entrevista ao programa de rádio de Nikki Sixx, Gene Simmons falou sobre um momento marcante na história do KISS, quando Eddie Van Halen quis se juntar à banda.

“Fomos almoçar e ele me disse: ‘Quero entrar no KISS, não aguento mais Roth, ele me enlouquece. Não nos damos bem. Tenho uma ideia de como a banda deve soar e ele não quer fazer isso. Chegamos a um ponto onde ele só acredita em si mesmo’. Disse que não fizesse aquilo e ficasse com a banda que criou. Ele era grande demais para ser um coadjuvante. E ser o guitarrista do KISS faz com que você sempre tenha a minha sombra e a de Paul. Ele aceitou e se sentiu mal por alguns anos. Mas não teria funcionado, nem perto disso”, declarou o linguarudo.

Fonte : Van do halen
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Kiss: 'Dressed To Kill' será quadrinizado esse ano


Novas revistas em quadrinhos do KISS a caminho.

No fim de junho, a IDW Publishing irá publicar ‘Dressed To Kill, Part 1‘ numa séria nova sobre a banda.
‘Eu queria fazer os HQ do KISS do jeito que eu me lembrava deles da época de criança’, disse o autor Chris Ryall ao site Comic Book Resources. “Eu queria fazê-los como os antigos quadrinhos da Marvel que Stan Lee fazia com John Boxeia e depois Joh Romita Jr. Esses eram apenas adolescentes, cara jovens cujos talismãs davam poder a eles. Era como uma história em quadrinhos de super-heróis, o que eu sempre curti. ’
A edição terá quatro capas: uma principal [canto superior esquerdo] e três alternativas que serão lançadas em quantidades limitadas.

A séria é a segunda com a qual o KISS se envolve recentemente. ‘Archie Meets Kiss’ foi lançada ano passado.

Fonte : Playa del nacho
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Kiss: a importância de Dick Clark para a banda


Como devem saber, Dick Clark foi uma pessoa muito importante na carreira do Kiss.
Em postagem online, Paul Stanley relembrou a importância de Dick Clark em uma postagem online. Dick faleceu aos 82 anos de idade. “Quando garoto, sentava na frente da televisão todas as tardes e sábados à noite para ver o American Bandstand. Dick Clark era a cara do Rock and Roll e seu melhor embaixador. Suas décadas de sucesso dentro e fora da indústria musical são incomparáveis. Ele deu uma chance ao KISS quando outros nos deram as costas e foi essencial aos nos levar para a tevê pela primeira vez no programa In Concert. Com o passar dos anos, Dick estava sempre disponível quando tinha uma dúvida ou precisava de um conselho. Ele era uma rara exceção de pessoa maior em sua vida real que na imagem pública. O lembrarei sempre com respeito e gratidão”.

Veja a primeira apresentação do KISS na televisão, no programa "Dick Clark In Concert" no dia 19 de fevereiro de 1974.


Fonte : Rock news
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Motley Crue: "Somos fãs do KISS desde o começo"

Vince Neil comentou sobre a turnê com o KISS em entrevista ao VEVO News.

Já faz muito tempo desde que as bandas tocaram juntas.

Sim, em 1982. Foi nossa primeira turnê.

Você ainda lembra bem daquilo?

Foram apenas uns cinco shows, mas foi a primeira vez que usamos um ônibus de turnê, viajamos juntos, tocamos em grandes lugares e abrimos para uma banda grande. Foram várias primeiras vezes.

Agora, com tanta experiência, você vê aquela época de um modo romântico? Jovens invadindo a América com um Rock And Roll poderoso?

Foi demais. Era a turnê do Creatures Of The Night, quando o KISS usava aquele grande canhão na bateria. Não tínhamos dinheiro, o praticável da bateria foi feito à mão por mim e Tommy. Era legal, mas muito barato. Estávamos emocionados, sempre respeitamos o KISS.

Eles são de uma geração anterior. Você lembra de quando ouviu eles na juventude? O que achou?

Como qualquer garoto na escola, usava minhas camisetas do KISS. Vivia no sul da Califórnia, onde eles gravaram o filme (KISS Meets The Phantom of the Park). Tinha 16 anos e fiquei na fila para tentar aparecer. Mas já tinham pessoas suficientes, eu e outros dois mil ficamos de fora. Mas éramos fãs deles desde o começo. Ano passado tocamos na Philadelphia, tínhamos um dia de folga e eles iam se apresentar em Jersey. Peguei meu tour bus e fui assisti-los. Foi um grande show.

Fonte : Van do halen
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Kiss: Paul Stanley fala sobre 'Monster' para a Fox

O canal televisivo 41 da Fox News exibiu recentemente uma entrevista com o vocalista e guitarrista do KISS, Paul Stanley, na qual ele fala sobre o vindouro disco de estúdio da banda, intitulado ‘Monster’.


A ‘The Tour’, com o KISS e o MÖTLEY CRÜE acaba de anunciar um show a mais, em San Antonio, Texas, no dia 5 de agosto no AT&T Center.

A venda de ingressos para o público em geral (e não os compradores de pacotes VIP) começaram na última sexta-feira, dia 13.

Fonte : Playa del nacho
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Kiss e Van Halen: uma relação bem estreita

A conexão entre o Kiss e o Van Halen é muito antiga. Muitos sabem que foi o baixista Gene Simmons que descobriu o Van Halen, mas a forma que isso aconteceu é curiosa e, muitas vezes, relatada de forma errônea. A história da descoberta não aconteceu em maio de 1976, mas alguns meses depois, no lendário Starwood Club de Hollywood.

Tudo começou em uma festa de Halloween, que ocorria também em Hollywood, mas no pub Gazzari’s, que estava sendo animada por uma banda chamada Boyz. O grupo era constituído por George Lynch e Mick Brown, que ficaram famosos posteriormente com o Dokken. Quando os integrantes caminhavam para o backstage, Gene Simmons se aproximou e conversou com eles, como relata o vocalista Michael White.

“Tocamos uma versão de Firehouse no show e Gene Simmons, que estava no local curtindo com Paul Stanley, disse ter adorado. Ele perguntou quando seria nosso próximo show, pois a gravadora do Kiss, a Casablanca, estava procurando bandas novas, e iria levar os executivos para assistir ao show. A nossa próxima data era no Starwood, na semana seguinte. O Van Halen teve a sorte de ser a banda de abertura, tocamos várias vezes com eles nos anos 1970. Nosso show não foi tão bom naquela noite, enquanto que o Van Halen mandou muito bem. A banda impressionou tanto que eles foram levados poucos dias depois para Nova Iorque, para gravar algumas demos. A Casablanca não contratou o Van Halen, mas a Warner sim. O resto é história”.


O primeiro show relatado aqui, apenas com o Boyz, ocorreu em 29 ou 30 de outubro de 1976. O show que aconteceu com o Van Halen como banda de abertura aconteceu em 4 ou 5 de novembro. O próprio site do Van Halen se engana com essas datas, relatando que o show ocorreu em maio de 1976, porém não há nenhuma data no Starwood na cronologia nesse período. Além disso, foi a época em que o Kiss embarcou para a Europa pela primeira vez.

Gene Simmons confirma a história aqui contada: “Fui convidado a ir ao Starwood Club para ver um grupo chamado The Boyz. Levei Bebe Buell (mãe de Liv Tyler) junto e sentei próximo a Rodney Bingenheimer, rei da noite local. Esperamos a banda de abertura. A vida é o que acontece quando você menos espera. Vi o Van Halen e fiquei boquiaberto. Eles detonaram. Após duas músicas, fui esperá-los nos bastidores e imediatamente ofereci um contrato e os levei ao estúdio. Voamos até Nova York e levei-os ao Electric Ladyland Studios para fazer uma demo de treze músicas. Também comprei sapatos de plataforma e calças de couro para Dave. Peguei a demo e mostrei aos outros caras do KISS e Bill Aucoin. Ninguém entendeu. Fiquei chocado. Devolvi a fita a eles, disse que tinha uma turnê para fazer e depois tentaria arrumar um contrato, mas depois de um tempo, rasguei o acordo e os deixei livres. Não levou muito para que a Warner Bros os chamasse”.

A relação entre as duas bandas não acaba por aí. Em 1977, o baixista linguarudo aproveitou a boa vontade de Eddie e Alex Van Halen para gravar algumas demos para o clássico “Love Gun”. Além de outras canções que nunca viram a luz do dia, os irmãos tocaram na versão demo de Christine Sixteen – e o solo de guitarra de Eddie foi mantido na íntegra por Ace Frehley.

No início dos anos 1980, a relação entre Eddie Van Halen e o vocalista David Lee Roth não estava das melhores. Além dos conflitos pessoais, haviam diferenças musicais entre ambos: enquanto Dave queria manter a perspectiva roqueira nua e crua das composições do grupo, Eddie queria implementar teclados e sintetizadores às músicas, tornando-as mais voltadas ao Pop. O próprio Eddie queria deixar a banda que levava seu sobrenome e conversou com Gene Simmons sobre a possibilidade de entrar para o Kiss, que estava sem Ace Frehley e testava guitarristas na época, como Richie Sambora, Doug Aldrich, Steve Farris, Robben Ford, entre outros. Gene e Alex influenciaram Eddie a continuar no Van Halen, mas a bomba acabou estourando após o disco “1984″ – só que quem deu no pé foi Diamond Dave.

Eddie nunca escondeu que não admirava o estilo de Ace, como nessa declaração: “Eu não vejo o Kiss como uma coisa inspirada em relação a guitarra. Não estou detonando o Kiss. Eu amo Gene Simmons, ele nos ajudou no começo e sem ele, provavelmente não seríamos o que somos hoje. Mas daí a dizer que Ace Frehley foi a razão para alguém começar a tocar guitarra?”. Mas, no geral, restou uma relação de admiração entre as duas bandas, que revolucionaram o Hard Rock nos anos 1970 e toda uma geração roqueira que se mostrou forte na década de 1980.

Fonte : Van do halen
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Kiss: Eric Singer apoia decisão de Axl Rose


Eric Singer comentou em entrevista ao Poweline sobre a ultima decisão de Axl Rose em não ir à cerimônia do Rock And Roll Hall Of Fame.

“Não o conheço tão bem, mas penso que ele deve fazer o que achar melhor para si. E de certo modo, acho bem legal que ele tenha feito isso, foi uma forma de mostrar o dedo do meio para esses caras do Hall Of Fame. É um modo de questionar essa suposta autoridade deles. Se olharmos por esse ponto de vista, Axl tem uma voz forte junto a muitas pessoas que verão que esse negócio não passa de uma piada”.

Fonte : Whiplash
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Gene Simmons: homem de negócios para presidente


Em sua participação no programa Fox and Friends, o homem de negócios do Kiss, Gene Simmons manifestou seu desejo por ter Mitt Romney como próximo presidente dos EUA. De acordo com Gene, o baixista está tendo alguns problemas com a atual economia dos EUA e isso seria sanado se um "homem de negócios" assumisse a presidência do país.

"Eu tenho problemas sérios com a economia e como ela está sendo feita. Os Estados Unidos deveriam estar funcionando e sendo comandados por um homem de negócios. Os Estados Unidos são um negócio. Se você não consegue dar conta de alguma coisa, sinto muito, não deveria fazê-lo."

Fonte : Rolling stone
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Kiss: Ace Frehley se diz mais inteligente que Paul Stanley


Falando na nova edição da Classic Rock, Ace Frehley disse que ele tem um QI de 163, o que equivale a "inteligência muito superior".

"Você poderia perguntar por que eu tenho feito tantas coisas estúpidas", ele riu. "No Kiss uma vez fizemos um teste de QI, e eu fiquei por cima. Eu acho que meu cérebro estava funcionando bem, naquela manhã - Agradeço a Deus por genes bons.

Eu acho que Paul tem a menor pontuação. Não, isso não me surpreendeu. Um líder não precisa ser um gênio, ele simplesmente tem de ter os movimentos certos.

Mas, em um teste de QI, há pessoas que são brilhantes que provavelmente fariam merda. Quero dizer, Gene Simmons tem o cérebro melhor para negócios, com certeza. Eu não me considero um homem de negócios muito bom. Quando eu começo a fazer números me vem uma dor de cabeça. Estou governado pelo lado criativo do meu cérebro, e não o lado analítico."

Fonte : whiplash
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Ace Frehley: ele acredita no fim do mundo em 2012


Você acredita nas previsões dos maias de que o mundo acabará em 2012? Ace Frehley sim. “Há muitas coisas acontecendo. O ciclo do sol está chegando ao fim, então se espera algum tipo de atividade que poderia nos afetar. Planetas estão se alinhando, o que pode causar desastres naturais. Muita coisa louca pode acontecer”, declarou o guitarrista à Classic Rock Magazine.

Mas o Spaceman não tem medo. “Se morrer amanhã, estarei feliz. Passei por dez vezes mais coisas que uma pessoa comum experimenta durante sua vida”.

Fonte : van do halen
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Festival com Queen, Kiss e Faith No More é cancelado


O festival Sonisphere Knebworth, que aconteceria em Stevenage, Inglaterra, entre 06 e 08 de julho, foi cancelado. O evento teria como atrações principais Kiss, Marilyn Manson e Queen com Adam Lambert como vocalista.

De acordo com os organizadores, os planos para o evento foram abandonados por causa de dificuldades inesperadas.

"É com dor no coração e muita tristeza que anunciamos o cancelamento do Sonisphere Knebworth 2012. Organizar o festival estava se provando complicado neste ano, algo muito mais difícil do que imaginávamos. Infelizmente, as circunstâncias ditaram que não seríamos capazes de realizá-lo com a qualidade que tanto os artistas quanto o público do Sonisphere teriam o direito de esperar", diz o comunicado publicado no site oficial.

As outras edições do Sonisphere, incluindo os da Polônia, Espanha e Suíça, acontecerão conforme o planejado, com o Metallica como headliner.

Bandas como Evanescence, Faith No More, Flogging Molly, Mastodon, Andrew W.K., Incubus e The Darkness também estavam escaladas para o line up do festival.

Fonte : rock online
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Kiss: "o Rock And Roll Hall Of Fame é uma piada"


A The Pulse Of Radio anuncia: Pelo 13º ano consecutivo, o KISS foi declinado a uma inclusão no Rock And Roll Hall Of Fame. Eles podiam ter sido empossados em 1999, o primeiro ano em que puderam receber indicação, quando entrariam juntamente com Paul McCartney, Bruce Springsteen, Billy Joel, Dusty Springfield, e Curtis Mayfield, dentre outros. Naquele ano, ao invés do KISS se juntar àquelas lendas no Hall, o falecido Del Shannon foi empossado – um artista, cuja influência e quantidade de fãs não podem ser comparadas às dos roqueiros de Nova Iorque. Ao longo dos anos, o KISS viu pares da década de 70 como AEROSMITH, the RAMONES, AC/DC, ZZ TOP, the SEX PISTOLS, the STOOGES, e Alice Cooper entrarem antes deles.

Gene Simmons e Paul Stanley falaram sobre como é ser mais uma vez deixado de fora do Rock Hall, tendo Simmons dito à Rolling Stone: "Isso virou uma piada. Temos pensado a respeito e a resposta é simplesmente 'Vamos comprar essa coisa e mandar todo mundo embora'. Com toda seriedade para com os fãs, para algo que se chama Hall da Fama do Rock And Roll é um tamanho insulto à MADONNA, BLONDIE. . . Vá saber qual outro artista disco está lá? É um insulto a eles porque eles não estão no 'Dance Hall Of Fame', porque é isso que eles fazem. Eles são legítimos artistas dance, disco. Eles não pertencem ao rock and roll."

Paul Stanley seguiu dizendo: "O The Rock And Roll Hall Of Fame chegou a um ponto em que eles estão realmente fazendo de tudo para encontrar alguém que sobrou que eles considerem viável. Com todo o respeito, quando você chega na Patti Smith, você está a dois passos de Pete Seeger."

Gene Simmons disse à The Pulse Of Radio que prêmios não importam para ele, uma vez que são os fãs que na verdade decidem quem fica e quem sai: "Nossos prêmios estão na seção da letra 'K' das lojas de disco. Toda vez que alguém vai e gasta seu dinheiro suado – seja com um ingresso ou um álbum do KISS – esse é o prêmio, e a recompensa."

Paul Stanley disse à The Pulse Of Radio que ele olha o panorama todo quando leva em conta a carreira do KISS. "Quando você pensa no Muhammad Ali, você pensa nele como o campeão", disse ele. "Você não pensa nas vezes que ele perdeu – e ele perdeu. Eu prefiro pensar em nós nesses termos. Ninguém fica no topo o tempo todo, mas quem foi campeão por mais tempo?"

O KISS acabou de concluir a produção de seu 20º álbum, "Monster". Ainda não foi anunciada uma data de lançamento.

Fonte : whiplash
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