No início da tarde deste sábado (19) o guitarrista do ANGRA Kiko Loureiro informou pelo twitter oficial que um show que faria hoje em Roma, Itália, foi cancelado devido a um atentado. O músico não deu informações sobre o que se tratava e a unica notícia que se tinha a respeito era em um site italiano.
Mas o portal G1, da Globo, esclarece o assunto. Uma bomba explodiu em uma escola matando uma estudante de 16 anos e deixando outros 5 gravemente feridos. Não há pistas de quem cometeu o atentado.
O motivo do cancelamento do show de Kiko em relação ao atentado também é desconhecido. A polícia criou um perímetro de isolamento na escola para manter a seguraça e este, talvez, seja o motivo.
Scott Weiland teria dito à ABC News Radio que está de volta ao posto de vocalista do Velvet Revolver: “Amadurecemos muito e podemos deixar de lado os egos e conflitos. Me reunirei com Dave Kushner e Duff McKagan na semana que vem para compormos novas músicas”, afirmou.
Entretanto, durante uma entrevista ao vivo nesta manhã de segunda-feira, 14 de maio, a um programa de rádio de Minnesota, nos EUA, o guitarrista Slash desmentiu tal informação: "Não tenho a mínima intenção de retomar aquilo... estarei em turnê durante todo o ano. Vou falar com Duff, mas seriamente duvido (que seja verdade o comentário de Weiland). Não temos intenção de retornar ao passado".
Thom Yorke entra na sala do bufê nos bastidores da American Airlines Arena, em Miami, usando uma camiseta escura, calça jeans vermelha justa e um sorriso torto. “Estou me sentindo silenciosamente empolgado – e silenciosamente nervoso”, diz o líder do Radiohead enquanto prepara uma xícara de café. Yorke chegou tarde, ontem, da Inglaterra – seus olhos ainda estão pesados por causa do jet lag – e ele deve subir ao palco em breve para o último ensaio do Radiohead antes do lançamento da maior turnê da banda britânica desde 2008: 58 shows em dez meses na América do Norte, Europa, Ásia e Austrália.
A abertura é aqui, amanhã à noite. “Tudo – a produção, as novas luzes, o repertório – ainda é um trabalho em andamento”, comenta Yorke. “Mas está finalmente começando.” Logo depois ele é ouvido aquecendo a voz atrás de uma porta fechada, ensaiando escalas em um trinado agudo e preciso, sustentando notas em “aaaahs” longos e limpos. O Radiohead não está apenas iniciando uma turnê – está revelando um renascimento. O grupo está encerrando uma das eras mais desafiadoras e confusas de sua carreira: quase três anos de silêncio em público e caos privado durante os quais o Radiohead lutou com a reinvenção e seu futuro. Fez algumas de suas mais belas músicas em seu álbum menos popular, The King of Limbs, do ano passado, mas não o promoveu e ficou longe da estrada, sem saber ao certo como ou se poderia ser uma banda ao vivo novamente. “Ainda estamos nos debatendo”, admite Yorke, sentado em um dos camarins da banda. Ele relembra as primeiras sessões de ensaio para esta turnê. “Fiquei apavorado, falando: ‘Ah, não, não vai dar tempo. Quero fazer muitas coisas novas’.”
Só que no palco, um pouco depois, Yorke e o restante do Radiohead – o baixista Colin Greenwood, os guitarristas Ed O’Brien e Jonny, irmão mais novo de Colin, o baterista Phil Selway e o novo segundo baterista Clive Deamer, que tocou com o grupo no ano passado – soam exuberantes e confiantes enquanto apresentam “Bloom”, de The King of Limbs. O que no disco parecia um enigma envidraçado de loops e encarnação fantasmagórica agora é água corrente, organizada na nova formação de seis músicos como uma fúria de ritmos e guitarras agudas abafadas. “Morning Mr. Magpie” também está mais pesada e rápida do que a versão de Limbs, enquanto “Meeting in the Aisle” – uma faixa instrumental das sessões de OK Computer, de 1997 – é tocada com um tempero novo, como surf music turca com um passo de trip-hop.
O Radiohead trabalhou mais de 75 músicas para os shows de 2012, incluindo material composto durante ensaios no começo deste ano no estúdio da banda, em Oxford. Algumas inéditas serão tocadas hoje, “Identikit” e “Cut a Hole”. Yorke, 43 anos, descreve a primeira como “alegre, lenta, mas com uma batida instável de hip-hop”. Ele sorri. “Essa rastejou até o topo e virou líder da turma.” Colin, 42 anos, está empolgado com outra nova, “Full Stop”, particularmente a parte “onde a voz de Thom se transforma neste falsete incrível. A música simplesmente decola”.
Em uma entrevista antes do ensaio, Yorke credita a renovação ao vivo do Radiohead à entrada de Deamer, que veio de outro grupo britânico, o Portishead. “Ter mais um músico para revisitar coisas antigas foi tão importante quanto compor coisas novas”, afirma Yorke. Ele está jogado no sofá, mas sua voz vibra com uma energia incansável. “Ao longo do caminho”, diz, “você descarta músicas, porque só consegue fazê-las de uma certa maneira. É bom ter um novo sopro de vida nelas. Ninguém precisa perguntar: ‘Como é aquela música mesmo?’. É: ‘Como podemos melhorá-la agora?’” O melhor exemplo neste ensaio é a faixa-título de Kid A, de 2000. Gravada no auge do ódio de Yorke pelo convencionalismo das bandas de guitarras, “Kid A” mal era uma música – parecia uma nuvem de efeitos sonoros com Yorke cantando através de um vocoder como uma criança-robô. Hoje, ela soa imensa e metálica, um raio de duas baterias em duelo com um temperamento impactante e clássico nos acordes de piano, tocado por Jonny. “Era uma antimúsica”, afirma O’Brien no dia seguinte, em um salão com vista para o mar no hotel do Radiohead. “Agora, é algo mais acolhedor, especialmente o final. De repente, há um nascer do sol.” Por muito tempo, cóem muitas músicas da banda, admite, “nada podia ser genuinamente belo. Jonny sempre foi brilhante quanto a jogar uma guitarra dilacerante nas coisas”. “É bem o que somos – e Clive trouxe isso”, diz O’Brien, 44 anos. “Quando os Beatles contrataram [o tecladista] Billy Preston, não disseram que todos começaram a se comportar direitinho?”, ele diz, rindo. “Ter alguém decompondo a energia – isso é algo bom. Acabou com os velhos hábitos de todo mundo.” Ele continua: “Você escuta isso o tempo todo. Essas bandas dizem: ‘Estamos na melhor fase de nossa vida’. E não fazem música muito boa. Fico relutante em dizer isso. Não é nossa melhor fase. É uma fase diferente – e boa. Não há a sensação de uma banda nova. Parece uma banda que se conhece.”
A música “Mama I’m Coming Home”, de Ozzy Osbourne, quem diria, aparece no topo de uma lista elaborada pelo site “Ultimate Classic Rock”, em homenagem ao Dia das Mães, comemorado neste domingo. A equipe do site, especializado em classic rock, não atribuiu ordem de grandeza ou preferência na lista, apenas relacionou as canções em que a figura materna aparece retratada com “o amor e o equlíbrio” que merece. Além de Ozzy, aparecem na lista Beatles, com duas músicas, Pink Floyd e Queen, entre outros. Clique aqui para ler um texto da equipe do site para cada uma das canções (em inglês) e veja abaixo a lista com as 10 músicas sobre mães:
1- Mama I’m Coming Home - Ozzy Osbourne
2- Mother - Pink Floyd
3- Mother - John Lennon
4- Mother and Child Reunion - Paul Simon
5- Mother’s Little Helper - Rolling Stones
6- Julia - The Beatles
7- Mama Kin - Aerosmith
8- Your Mother Should Know - The Beatles
9- Mama - Genesis
10- Tie Your Mother Down - Queen
A banda Viper, que está de volta com a formação clássica quase completa, à exceção de Yves Passarel, que está com o Capital Inicial, tendo Hugo Mariutti em seu lugar, se apresentou na madrugada de sábado (12) para domingo (13), no programa Altas Horas. Abaixo segue o vídeo da entrevista e as performances de "Living For The Night" e "Rebel Maniac", com participação de Yves Passarel na primeira.
Tanto na apresentação da banda no programa como em entrevista destes para a Roadie Crew deste mês, foi confirmada presença de Yves em datas que ele não estaria tocando com o Capital.
No canto do vídeo podemos encontrar também o Engenheiro de som do Hangar, que marca presença junto à banda.
Os fãs de de B.B. King podem comemorar. Através de seu site oficial e de sua página no Facebook, o músico confirmou cinco apresentações em território brasileiro. A turnê está programada para acontecer entre o final de setembro e o começo de outubro deste ano.
A princípio, o bluesman se apresentará no Rio de Janeiro, em Curitiba e na cidade de São Paulo. Até o fechamento desta notícia não houve divulgação de informações a respeito de preços de ingressos e postos de vendas.
Confira o roteiro de shows de B.B. King pelo país:
29 de setembro - Rio de Janeiro – Vivo Rio
02 de outubro – Curitiba - Teatro Guaira
05 de outubro – São Paulo – Via Funchal
06 de outubro – São Paulo – Via Funchal
07 de outubro – São Paulo – Bourbon Street Music Club
Confira uma performance do legendário guitarrista:
Recentemente o líder do Behemoth, Nergal, declarou à rádio "RSU", como anda o processo de criação do novo álbum da banda.
"Eu escrevi um monte de material, com textos completos, vários versos e refrões. [...] Posso assegurar a vocês que o novo álbum deve sair no ano que vem. Começaremos a trabalhar duro neste verão", declarou o músico.
Em 11 de novembro do ano passado, o mundo do metal entrou em êxtase, pois, a maior banda de todos os tempos do gênero, Black Sabbath, anunciava a reunião de sua formação original. Segundo o comunicado, o grupo iria se reunir com Ozzy Osbourne (voz), Tony Iommi (guitarra), Geezer Butler (baixo) e Bill Ward (bateria). Mas a alegria dos ‘headbangers’ não durou muito em razão de alguns acontecimentos nada agradáveis.
A gravação de um novo álbum e uma turnê mundial foram comprometidas em virtude de repentinos contratempos. Iommi anunciou que fora diagnosticado com linfoma (uma espécie de câncer) e Ward sem muita cerimônia retrocedeu sob a alegação de problemas contratuais.
Apesar disso, em honra a obrigações negociais e respeito aos fãs, ajustes foram feitos e agora o vocalista Ozzy ira apresentar a maioria dos shows previamente agendados do Black Sabbath na Europa sob a alcunha de “Ozzy Osbourne & Friends. Essa formação inédita contará com o reforço de diversos músicos convidados especiais, incluindo o próprio Butler e o amigo de longa data e ex-parceiro de banda de Ozzy, o guitarrista Zakk Wylde. Além deles, Ozzy terá a companhia, em alguns shows, do icônico guitarrista Slash, com quem o ‘madman’ já trabalhou em parceria.
Em divulgação dessa reunião de estrelas, foi divulgada, na última quinta-feira (10), a primeira foto promocional com os artistas. A turnê terá início em 23 de maio, em Helsinki, Finlândia e terminará dia 1º de julho, em Atenas, Grécia. Shows na América Latina com passagem pelo Brasil não foram anunciados.
Zach Shaw do Metal Insider entrevistou recentemente o lendário baterista Vinny Appice (DIO, BLACK SABBATH, HEAVEN & HELL, KILL DEVIL HILL). Seguem alguns trechos da conversa.
Metal Insider: Você já admitiu antes que seria "difícil" recusar a oportunidade de tocar com o BLACK SABBATH de novo. Detesto ser tão direto, mas o SABBATH entrou em contato com você sobre a possibilidade de substituir o Bill Ward, ou pelo menos para os shows que eles já planejaram até agora?
Vinny: Não, não ouvi nem um pio. E é por isso, até mesmo quando me comunico com o Tony [Iommi, guitarra], é a nível de amizade. Eu nunca escrevo, "Ei, cara, o que está acontecendo?! Como você está se sentindo? Tem se sentido bem? Ah, bom! Ei, o que está acontecendo com a banda? Eu adoraria fazer isso!" Eu jamais faço isso. Eu jamais fiz isso com o SABBATH, de forma alguma, ou com o DIO. Sempre fui chamado para entrar numa banda. Eu não sou o tipo de cara que persegue alguém e diz "Ei, estou precisando de verdade do dinheiro ou de uma banda!" [risos]. Eu nunca fiz isso... Mas ninguém disse nada, e nesse momento, tá legal. Eu posso compreender porque nós também fizemos quatro anos de HEAVEN & HELL. Se eu estivesse na banda, seria tipo o Ozzy [Osbourne] em turnê com o HEAVEN & HELL. As pessoas podem achar que é isso, muito embora seja muito mais que isso. e então há todas essas coisas políticas envolvidas. Mas com o SABBATH, você nunca consegue sacar o que está acontecendo, de qualquer jeito. Então, no fim das contas, sabe-se lá o que vai acontecer. Pode acontecer uma ligação assim, "OK, esse cara não está dando certo, você voltaria?" Foi o que aconteceu antes. Eu gostaria de ver o Bill fazendo isso. Acho que com o Bill na banda faz ser a banda original, e quantas bandas originais restam daquela época que tiveram tanta influência? Então eu adoraria ver o Bill lá. Eu adoro o Bill, e adoraria ver a banda original. E é o que os fãs querem ver, obviamente.
Metal Insider: Detesto fazer mais pressão quanto a isso, mas se eles te ligassem chamando para se unir a eles, o que você diria?
Vinny: Essa é difícil, porque meu coração está no KILL DEVIL HILL e eu quero que a banda tenha sucesso. E essa coisa do SABBATH, é difícil recusar algo tão legendário, tipo, "Ei, você quer tocar no próximo ou último álbum do BLACK SABBATH?" Isso é parte da história. Então seria difícil recusar. Eu iria fazer dar certo com as duas bandas coexistindo. Se tivesse de fazer isso, eu faria. Mas talvez isso ajudaria o KILL DEVIL HILL. Talvez abriríamos a turnê, se eles estivessem em turnê? Se fosse tomar os próximos três anos e sem poder fazer mais nada, então eu teria de pensar a respeito. Mas o principal para mim é o KILL DEVIL HILL. Esse lance do SABBATH é uma coisa que seria difícil de recusar. E não estou falando do dinheiro nem nada. Estou falando apenas de ser parte da história da banda e do rock. Seria uma grande oportunidade para qualquer um. Mas isso nem sequer vai acontecer. Eles foram tão longe, eles obviamente estão tocando e compondo. Ouvi dizer que eles estavam no estúdio em março. Eu não sei quem está fazendo. Ouvi dizer que talvez é o Tommy [Clufetos] da banda do Ozzy que está fazendo. Mas devo dizer uma coisa, foi realmente divertido ler essa coisa toda na internet porque quando o Bill veio com a declaração dele, as pessoas estavam escrevendo coisas assim "O Vinny devia fazer! O Vinny é o próximo da fila!" Então as pessoas dizim "Foda-se o Vinny! O lugar dele não é aqui! O Bill que devia estar lá!" Então de repente surgiu o nome do Tommy, e eles diziam "Foda-se Tommy! Ele não merece estar lá! O Vinny que devia fazer!" A coisa saiu do controle. E eu fiquei dividido, tipo, "Maldição!" Você não pode ganhar ou perder.
Metal Insider: Esse é um dos grandes lados negativos da Internet. Às vezes não dá para sair ganhando.
Vinny: Não, você não pode ganhar. As coisas saem no Blabbermouth, as pessoas vão comentando. As pessoas gostam de estrupiar as outras. É o que acontece. Há algumas pessoas legais que têm bom senso e escrevem coisas bacanas, mas então tem gente que apenas desafoga a raiva. Você tem de deixar barato. Se for bom, "legal", e se disserem que você é um bosta, "legal". [risos] Você não pode deixar isso afetar você.
Metal Insider: Como você mencionou antes, você teve a oportunidade de trabalhar com uma larga gama de músicas, desde Ronnie James Dio a John Lennon. Há algum artista em particular com quem você tenha trabalhado que realmente causou um impacto em você?
Vinny: Tem de ser o Ronnie. O Ronnie era uma pessoa incrível, eu adorava aquele cara. Eu era uns quinze anos mais novo que o Ronnie, e ele era como um pai para mim. Ele era esperto, e extremamente brilhante, uma pessoa astuta, criativa. Eu o observava muito. Eu tentei aprender com ele. Ele me ensinou muitas coisas, e ele foi realmente influente na minha vida. E além de ser um dos maiores vocalistas do rock, se não o maior, ele era um cara bacana para começar jovem. Ele era um profissional e tanto, e simplesmente vê-lo subir no palco e mandar ver, sem importar o que acontecesse antes ou depois do show. Estivesse ele bem ou não, ele ia e detonava. E a forma como ele tratava os fãs, ele adorava os fãs dele, e só os fãs e a música importavam. Ele era uma pessoa osso duro de roer, e foi incrível estar ao redor de algo assim.
Em entrevista ao Zoiks! Online, Zakk Wylde comentou a reação dos fãs mais tradicionais de Hard Rock/Heavy Metal em relação à participação de músicos do estilo em reality-shows como o American Idol. Ano passado, o guitarrista participou da apresentação de James Durbin no programa, assim como posteriormente fez o Judas Priest. E aproveitou para deixar sua opinião sobre Justin Bieber.
“É como quando Eddie Van Halen tocou em ‘Beat It’, de Michael Jakcson. No começo estranhei, mas quando ouvi a guitarra me convenci. Claro que o American Idol não faz parte do nosso terreno. Mas é como ficar bravo porque o Grammy não reconhece o Hard Rock como deveria. Lembro que um dia um cara chegou para mim e disse: ‘Yo, Zakk, Justin Bieber… foda-se ele e Lady Gaga’. Também não os suporto. Mas sabe porquê? Por que eles tocam seis noites no Madison Square Garden, enquanto eu não posso. Por que eles vendem discos e merchandise. Se alguém diz odiar Justin Bieber eu respondo ‘Sabe quem você deveria odiar também? Joe Pass. Você realmente deve odiar aquele filho da puta’. Então me perguntam quem é Joe Pass. Digo que é um lendário guitarrista de Jazz. Me respondem ‘não ouço Jazz’. Pois é, eu também não ouço Justin Bieber, então não sei nada sobre ele. Não me incomodo com algo que não conheço”.
Paul Rodgers confirmou à Classic Rock Magazine que conversou com Andy Fraser e Simon Kirke sobre a possibilidade de uma reunião do Free para alguma apresentação ligada aos Jogos Olímpicos de Londres. Seria a primeira vez que os integrantes remanescentes do grupo subiriam juntos em um palco desde 1972. Mas parece que ficará no mundo das especulações mesmo.
“Houve essa possibilidade, mas não vejo acontecendo agora. Um dos motivos é que Paul Kossoff (guitarrista, falecido em 1976) era a alma da banda, o que me faz hesitar em mexer com isso. Teria que ser com alguém que tivesse um sentimento particular em relação ao estilo dele. A pessoa que mais se aproxima é Peter Bullick, da banda de Debbie Bonham. Mas, como disse, não há planos nesse momento”, declarou o vocalista.
O ícone do rock Alice Cooper postou, nesta terça-feira (8), em seu site oficial uma nota sobre como foi premiere do filme “Sombras da Noite” (Dark Shadows), do diretor Tim Burton. Durante o evento, o veterano roqueiro fez uma canja, que contou com as ilustres participações do ator Johnny Depp e dos integrantes do Aerosmith.
A seguir, uma tradução livre da íntegra da mensagem publicada por Alice Cooper:
“A premiere de ontem à noite do novo filme do Tim Burton, Sombras da Noite, vai entrar para os anais da história do Rock! Alice tem grande destaque no filme, tendo Tim Burton fiado-se em Dwight Frye para a cena pivô do filme. Alice estava incrível, e tinha de estar porque sua face foi digitalizada para que ele tivesse a mesma aparência que tinha em 1972.
Alice trouxe com ele sua banda com Orianthi, Tommy Henriksen e Keri Kelli na guitarra, Chuck Garric no baixo e Glen Sobel na bateria. Também como convidado da noite estava o velho amigo de Alice Johnny Depp! Joine juntou-se a Alice no palco no ano passado no 100 Club e essa foi a oportunidade perfeita para ‘reunir a banda’, como colocou Alice.
Como se já não bastasse, os quatro guitarristas uniram-se então ao lendário guitarrista do Aerosmith, Joe Perry! O grupo de improviso tocou alguns clássicos de Cooper antes de apresentar ainda mais um convidado surpresa, o frontman do Aerosmith e ‘demônio da gritaria’, Steven Tyler. A monstruosa banda mandou a ‘Come Together’, então Steven Tyler sussurrou no ouvido de Chuck Garric ‘sabe a ‘Whole Lotta Love’?’ Você pode imaginar o que aconteceu então.
A noite inteira foi fantástica, e a apresentação de Alice no ‘after party’ foi a cereja em cima do bolo. Mais fotos serão postadas em breve!”
Steven Tyler, Kiss, Matt Sorum, entre outros, estrelaram esse video, em prol da campanha "Adopt the Arts", com o objetivo de manter as aulas de música e desenho nas escolas da Califórnia.
O video ainda conta com Mary Doodles (atriz que interpreta a psicóloga de "Two and a Half Men").
Chris Cornell, vocalista do Soudgarden, recentemente declarou à "Rolling Stone" que o novo compacto da banda, ainda sem título, poderá ser lançado no mês de outubro.
"Está pronto. Vai sair provavelmente em outubro. Eu diria setembro, mas acho que vai ficar para outubro" disse o vocalista. O álbum marcará o retorno da banda após um hiato de 14 anos.
Kofi Baker, filho do lendário baterista Ginger Baker, inicia uma turnê norte-americana dia 31 de maio com o Cream Experience. Como o nome denuncia, o projeto presta tributo a um dos power trios mais influentes da história do Rock. Completam a formação o guitarrista Tony Spinner (Toto) e o baixista Ric Fierabracci (Chick Corea).
Em entrevista à Metal Hammer, Jimmy Bain comentou a saída de Vivian Campbell do Dio. “Ele não fez nada que justificasse sua demissão. Para mim, foi o maior erro da carreira de Ronnie. O problema poderia ter sido resolvido se houvesse boa vontade dele e Wendy. O álbum 'Sacred Heart' também acabou sendo um problema. A banda deveria ter melhorado a cada novo lançamento, mas aconteceu o contrário. A produção afundou com tantos teclados e as músicas não eram tão boas devido ao excesso de arranjos”, declarou o baixista.
Vinny Appice também saiu em defesa do guitarrista original da banda. “Ele não estava feliz com a parte de negócios que nos envolvia. Musicalmente, também queria seguir outro caminho. Éramos um grupo muito bem sucedido e infelizmente tivemos que mudar os ingredientes”.
Sobre o novo vocalista, Andrew Freeman, Bain não poupa elogios. “Ensaiamos algumas vezes e soa ótimo. Ele não é Ronnie, mas como poderia ser? Mas dá sua prórpia interpretação às músicas. Faremos shows lá por novembro. Nos concentraremos nos dois primeiros discos do Dio. Será incrível voltarmos ao mesmo palco após tanto tempo”.
A história do consagrado ator Johnny Depp com o Rock City Angels é curta. Vale a pena fazer todo um retrospecto da banda, visto que sua biografia é, no mínimo, bizarra.
Sob o nome inicial de The Abusers, o grupo nasceu após o vocalista Bobby Durango e o baixista Andy Panik assistirem ao documentário “The Decline Of Western Civilization”, em 1981. Tocavam Punk Rock nessa banda, até que se mudaram para Los Angeles alguns anos depois, passaram a tocar Hard Rock e incorporar o visual Glam, tão famoso na década de 1980. Não poderia ser diferente, pois Los Angeles era o berço do Hair Metal na época. Nascia, portanto, o Rock City Angels.
A banda, então, ficou famosa pela região da South Florida, e se firmou com Bobby e Andy, Davy Lightning, Brad Shaw e Billy Starr. A partir daí, vários integrantes passaram pelo grupo, inclusive o próprio Johnny Depp, que ainda era um jovem guitarrista que tentava conciliar a carreira de músico e ator. Depp ficou com o grupo por aproximadamente um ano. Nesse tempo, ele co-escreveu a música Mary, que é a 3ª faixa do primeiro disco do Rock City Angels, “Young Man’s Blues”.
O Rock City Angels já tinha uma demo tape gravada, e esta impressionou a empresária Ann Boleyn, da gravadora New Renaissance Records, em 1986, quando logo foram contratados para gravar um disco (que foi concluído e só lançado em 2000, pela New Renaissance). Ao mesmo tempo, o poderoso David Geffen, da Geffen Records, assistu à banda abrindo um show do Jane’s Addiction. Boleyn havia fechado com a banda neste período e começou a receber ameaças de morte para que rescindisse o contrato. Ela não rescindiu, até que, “misteriosamente”, algum motorista à mando da Geffen tentou bater no carro de Boleyn para que caísse da estrada. A empresária, então, largou o grupo, deixando o caminho livre para a grande gravadora.
O que atraiu tanto o Rock City Angels foi o seu diferencial. O grupo fazia uma mistura entre Hard Rock, Punk Rock e Blues/Southern Rock, com visual Glam. Era algo novo para a época, ainda mais com o estouro de bandas como Europe, Bon Jovi e King Kobra, que exageravam nos teclados e nos refrões com coros e palminhas. A Geffen cresceu os olhos e, logo de cara, um contrato de 6 milhões de dólares foi oferecido para o quinteto.
A partir daí, as coisas pioram. Ao fechar com a Geffen, mandaram o Rock City Angels para um estúdio em Memphis, Tennessee – cidade bem distante de Los Angeles – para que gravassem seu disco de estreia. Isso fez com que Johnny Depp saísse da banda, pois ele não queria deixar Hollywood. Pouco após recusar a viagem para Memphis, passou a atuar no seriado 21 Jump Street, sendo o marco inicial de sua hoje milionária carreira de ator. Por lá, tiveram que ficar por mais de dois anos, para que a banda se adaptasse aos padrões impostos pela Geffen. “A gravadora não queria que usássemos maquiagem, não gostava do nosso nome e nem da nossa música”, afirma Andy Panik em uma antiga entrevista.
Segundo rumores, o real motivo desse confinamento seria que a banda tinha tudo para desbancar o Guns N’ Roses, que emergia naquela época. Algo como contratar a banda para boicotá-la, fazendo com que tudo desse errado e deixasse o caminho livre pro Guns N’ Roses. Em recente entrevista ao Sleaze Roxx, Andy Panik comenta: “Se tudo tivesse dado certo, estaríamos no mesmo ponto do Bang Tango, Guns N’ Roses, Warrant, Poison, Faster Pussycat e L.A. Guns. Com certeza, éramos capazes de bater essas bandas”. Além da questão com o Guns N’ Roses, a Geffen preferiu não investir no Rock City Angels graças aos recorrentes problemas com drogas que os integrantes enfrentavam. Era como alimentar um monstro.
Apenas em 1988, o debut “Young Man’s Blues” foi lançado. O diferencial citado no parágrafo anterior pode ser facilmente notado nesse disco. As composições são muito bem feitas e apresentam um estilo único, muito próprio e peculiar. Os próprios integrantes descreviam o som como “um cruzamento entre Muddy Waters e Sex Pistols“. Mas o álbum foi um fiasco em termos de vendas, visto que a Geffen estava concentrada em promover Axl Rose e sua trupe. Sobrou pouco espaço para o Rock City Angels, que registrou apenas um videoclipe para Deep Inside My Heart, circulado moderadamente na MTV, e excursionou com Joan Jett e Jimmy Page. Lembrando que a Geffen dominava o mundo musical na época graças ao Guns N’ Roses, então, se quisessem que o Rock City Angels estourasse, com certeza isso aconteceria – bastava um pouco de investimento direcionado.
Após o fim das turnês, em meados de 1991, o grupo entregou o material que viria a ser seu segundo disco para os engravatados da Geffen. As demos contaram com Brian Robertson (Thin Lizzy, Motörhead) na produção. Um reflexo dos problemas que o Rock City Angels causavam: na época de produção dessas novas faixas, que foram feitas na Inglaterra, os membros da banda foram presos por roubarem caixas de Jack Daniels do bar do hotel onde estavam hospedados. A Geffen teve que pagar a fiança e, mesmo assim, os integrantes simplesmente não queriam voltar para os Estados Unidos. O pai de Bobby Durango, que era o empresário do grupo, teve que colocá-los num avião e pagar a viagem de volta. Esse foi o estopim para a Geffen.
Enfim, as músicas foram recusadas pelos engravatados e a gravadora esperou um tempo para demitir a banda, já em 1992, com a explosão do Grunge. As músicas recusadas gerariam um disco intitulado “Lost Generation”, que só foi lançado em 2010 pelo selo FNA Records, com o título “Midnight Confessions – Last Recordings from 1989 to 1992″. Uma história confusa, bizarra e que até hoje deixa dúvidas. Mas vale a pena ouvir todo o material lançado pelo Rock City Angels, principalmente o inquestionável “Young Man’s Blues”.
Matt Tuck, vocalista e guitarrista da banda galesa BULLET FOR MY VALENTINE, revelou nesta segunda (30/04/2012) em entrevista a rádio BBC 1 o seu novo projeto. O projeto nomeado de AXEWOUND, contará com: Matt Tuck na guitarra e vocal), Liam Cormier do CANCER BATS no vocal, Jason Bowld do PITCHSHIFTER na bateria, Mike Kingswood do GLAMOUR OF THE KILL na guitarra e Joe Copcutt do RISE TO REMAIN no baixo.
AXEWOUND, tem uma sonoridade diferente de BULLET FOR MY VALENTINE, dá para perceber na única canção lançada até agora por eles. Confira abaixo:
O guitarrista Steve Morse admite que o DEEP PURPLE não vá durar pra sempre – e isso está nos pensamentos da banda enquanto o trabalho em ‘um álbum muito importante’ começa.
O Deep Purple está encarando o fato de que eles não são eternos – e isso reflete na postura da banda em seu vindouro disco.
Morse diz que eles logo vão se encontrar para começar a trabalhar com o produtor Bob Ezrin em seu décimo – nono disco de estúdio. E pelo fim da estrada ter sido avistado a tempo, ele acredita que é ‘muito importante’ que o projeto seja conduzido da melhor maneira possível.
Ele disse à revista Glide: “Em algumas semanas, o Deep Purple tem uma sessão de composição, e estamos produzindo o disco com Bob, que já fez discos com o Kiss, Pink Floyd, Peter Gabriel, Alice Cooper – e ele também trabalhou no último disco do Kansas, quando eu estava no Kansas.
Provavelmente será meio que uma extravagância. Todo mundo se dá conta de que não vamos fazer isso pra sempre, então isso me deixa sentindo que esse é um disco no qual é muito importante fazê-lo bem.”
Morse também está trabalhando em seu projeto FLYING COLOURS com o ex-baterista do Dream Theater, Mike Portnoy, e no G3 com Joe Satriani. Mas apesar de seu passado e presente ocupados, ele acha que deve muito ao Deep Purple, a banda que o acolheu 18 anos atrás quando Ritchie Blackmore pediu as contas.
Ele acrescenta: “Por causa do Purple eu consegui conhecer muita gente. Eu conversei com Robert Plant em nosso camarim quando ele veio a um de nossos shows. Eu realmente adorei essa parte de estar numa banda que parece conhecer todo mundo. Eu conheço pessoas não por causa de quem eu sou, mas por causa do que a banda é.
Eu adorei conhecer George Harrison antes dele morrer, estar em um aeroporto com Eric Clapton e Jeff Beck, os caras do AC/DC no nosso camarim. É muito legal e eu ainda sou meio que um fã de música.”
O último disco do Purple foi ‘Rapture of the Deep’, de 2005.